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sexta-feira, 22 de março de 2013

O CUIDAR NOS TERREIROS



Salvador




CURSO DE AUTO MAQUIAGEM: PELE NEGRA & WORKSHOP: TURBANTE



São Paulo

Primeiro Workshop Rainhas Urbanas da Boutique de Krioula!!

Será um dia bem bacana, onde vai rolar curso de automaquiagem para pele negra que será dado pela maquiadora D
aniele da Mata e também o workshop de turbantes da Boutique de Krioula!

Serão duas turmas, uma de manhã e outra a tarde!

Para saber todas as informações e fazer sua inscrição é só clicar no link a baixo!

https://docs.google.com/forms/d/1_tWs3CuShOOhWA9JhBDi9JW1rxOQTMthUZX51rx_agQ/viewform




https://www.facebook.com/boutiquedekrioula?fref=ts

CANDACES: IDENTIDADE E BELEZA - WORKSHOP E DESFILE DE TURBANTES






DEBATE CONEXÃO JEAN: A MULHER NEGRA NA SOCIEDADE BRASILEIRA






RAÇA, IMIGRAÇÃO E EUGENIA NO BRASIL







BATE PAPO COM A ESCRITORA CIDINHA DA SILVA






8ª FEIJOADA DAS MARIAS DO JONGO



Campinas/SP




RODA - OFICINA DE TAMBOR DE CRIOULA



Rio de Janeiro


EBONY ENGLISH - OPEN CLASS




São Paulo

DEXTER & CONVIDADOS: GOG * ELLEN OLÉRIA ** KAMAU ** THAÍD ** SHARYLAINE







SEMANA DO HIP HOP DE SÃO PAULO



A SEMANA DO HIP HOP DE SÃO PAULO foi instituída pela Lei municipal nº 13.924/2004 e consolidada no artigo 7º da Lei nº 14.485/2007, incluindo obrigatoriamente o DIA 21 DE MARÇO, quando se comemora o DIA INTERNACIONAL DE LUTA CONTA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL.


2013 - ARTE PELA VIDA

O evento conta com a parceria das Secretarias de Igualdade Racial, Educação e Cultura e o apoio do Fórum Municipal de Hip Hop, além da sociedade e civil em geral. A de se ressaltar que o Fórum de Hip Hop de São Paulo - Capital, desenvolve um trabalho muito importante na questão do Genocídio da Juventude Negra e Periférica.

Programação - http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/participacao_parceria/coordenadorias/juventude/noticias/index.php?p=144044




I MOSTRA DE SAMBA DE RODA DE SAUBARA & BOM JESUS



Bahia



XXIII SEMANA TEIXEIRA E SOUSA



Cabo Frio/RJ





SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL



O Sinapir representa uma forma de organização e articulação voltadas à implementação do conjunto de políticas e serviços para superar as desigualdades raciais no Brasil, e está previsto no Estatuto da Igualdade Racial. Colabore com a sua construção no site: https://www.consultas.governoeletronico.gov.br/ConsultasPublicas/consultas.do?acao=exibir&id=116




quinta-feira, 21 de março de 2013

PALESTRA: PERSPECTIVA DO SISTEMA DE COTAS PARA O ENSINO UNIVERSITÁRIO



A DISCRIMINAÇÃO RACIAL ESTA MAIS PERTO DO QUE PODEMOS PENSAR, VAMOS CONVERSAR SOBRE ISSO ?
Resende/RJ






DEBATE: "PROJETO BEM VIVER " - ODARA INSTITUTO MULHER NEGRA


Salvador




LANÇAMENTOS: O MUNDO NEGRO & ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURAS AFRO-BRASILEIRAS E INDÍGENAS



Rio de Janeiro

MESA REDONDA: DISCRIMINAÇÃO RACIAL E O PAPEL DA EDUCAÇÃO NO SEU COMBATE



Rio de Janeiro

21 de Março - Dia Internacional contra a Discriminação Racial













21 de Março - Dia Internacional contra a Discriminação Racial


21 de Março
Dia Internacional contra a Discriminação Racial



O dia 21 de Março é mais uma data que se integra ao calendário de lutas do movimento sindical. Trata-se do Dia Internacional contra a Discriminação Racial, instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas), em alusão ao Massacre de Shaperville, ocorrido em 21 de março de 1960, na cidade de Joanesburgo, capital da África do Sul.

Naquela data, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular. E, embora o protesto fosse pacífico, tropas do exército se confrontaram com os manifestantes, matando 69 pessoas e ferindo outras 186.

Diante do massacre, a ONU instituiu a Declaração sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, classificando como discriminação racial “qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública".

Apesar da Declaração da ONU, o combate à discriminação racial segue a passos lentos, uma vez que o racismo, na maioria das vezes, ocorre de maneira velada.

No Brasil, onde 51% da população é formada por negros e afrodescendentes, as desigualdades persistem apesar dos avanços registrados nos últimos 10 anos, decorrentes das políticas afirmativas do governo federal.

Para se ter ideia, os negros representam apenas 20% dos brasileiros que ganham mais de dez salários mínimos. A população negra também representa apenas 20% dos brasileiros que chegam a fazer pós-graduação no país.

Essa discriminação recai duplamente sobre a mulher negra, motivada por questões de raça e gênero. Dados publicados em 2012 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que são 498.521 empregos formais de mulheres negras contra 7,6 milhões de mulheres brancas e 11,9 milhões de homens brancos. Além disso, a mulher negra ganha, em média, R$ 790 e o salário do homem branco chega a R$ 1.671,00 - mais que o dobro.

A trabalhadora negra continua sendo a que ingressa mais cedo no mercado de trabalho, comumente em atividades domésticas, e a última a sair. Mesmo quando sua escolaridade é similar à escolaridade da companheira branca, a diferença salarial gira em trono de 40% a mais para a branca.

Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), as mulheres negras têm um índice maior de desemprego em qualquer lugar do país. A taxa de desemprego das jovens negras chega a 25%. Uma entre quatro jovens está desempregada.

O Instituto ainda aponta que as mulheres negras estão em maior número nos empregos mais precários. 71% das mulheres negras estão nas ocupações precárias e informais; contra 54% das mulheres brancas e 48% dos homens brancos.



sexta-feira, 8 de março de 2013

08 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER


História do Dia Internacional da Mulher


História do Dia Internacional da Mulher, significado do dia 8 de março, lutas femininas, importância da data e comemoração, conquistas das mulheres brasileiras, história da mulher no Brasil, participação política das mulheres, o papel da mulher na sociedade


No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.


Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data
Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Conquistas das Mulheres Brasileiras
Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Marcos das Conquistas das Mulheres na História
- 1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
- 1840 - Lucrécia Mott luta pela igualdade de direitos para mulheres e negros dos Estados Unidos.
- 1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
- 1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
- 1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
- 1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas
- 1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres
- 1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
- 1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças
- 1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina
- 1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres


IMPORTUNO POÉTICO - MUNDO MULHER



Salvador/BA



CONVITE: GRUPO DE MULHERES DO ALTO DAS POMBAS - SALVADOR/BA






SARAU ARTISTICO E LITERÁRIO: MULHERES NEGRAS E BRASILEIRAS