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quinta-feira, 4 de abril de 2013

COQUETEL DE LANÇAMENTO DA COLEÇÃO NEGA FULÔ BONECAS NEGRAS - LJ. MÔNICA ANJOS EM SALVADOR/BA







 


"NOSOTROS, AFROPERUANOS" - DOCUMENTÁRIO & PALESTRA



O documentário apresenta alguns aspectos da realidade da população afrodescendente no Peru, através de um breve panorama histórico e cultural e traz à luz o trabalho de instituições e pessoas que atuam em favor da democratização dos direitos de cidadania dos afro-peruanos. Foram entrevistados ativistas sociais, professores, artistas, pesquisadores e moradores de Lima, Cañete, El Carmen, cidades marcadas pela grande presença de descendentes de africanos.

Ficha técnica

Direção e Produção: Gabriela Watson e Danielle Almeida
Produção Local e Câmera: Gabriela Watson, Elio Yactayo,
Danielle Almeida
Roteiro e Edição: Gabriela Watson
Consultoria de Edição: Renato Candido
Finalização: Caio Lamas
Ilustrações e diagramação: Marcozx
Apoio Local (Perú): Elio Yactayo, Martin Saenz, Marcos
Guevara Flores, Johan Cadillo, Laura Ysabel Sanches, Sayuri
Huanca Orrego
Produção: AfroInca Produções e Coletivo de Arte e Pesquisa
NSOROMA
Apoio: PSS – PretoSoulSim, Coletivo TudoJunto Som e Vídeo
Trilha Sonora: Oru, CD Unicroma/Lundu Producciones e
Coletivo NSOROMA
Debate: Prof.Doutor Júlio Moracen(Unifesp) e Gabriela Watson e Danelle Alemeida
Mais informações: www.gabrielawatson.blogspot.com
E-mail:gabrielawatson@hotmail.com
55 11 96558-1651

Fonte: http://www.kultafro.com.br/2013/04/nosotros-afroperuanos-documentario-e-palestra/



COMIDA MINEIRA DA ALEGRIA


JCHARME APRESENTA EM VOLTA REDONDA/RJ



BIENAL DE BOLSO - 2013 - VOLTA REDONDA/RJ




NÃO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES






DISQUE RACISMO - DISTRITO FEDERAL



Disque Racismo é lançado no DF.

Serviço será usado para combater a discriminação racial, religiosa e étnica



20-03-2013 - A população do Distrito Federal conta, a partir de hoje, com o Disque Racismo. O serviço, lançado pelo GDF, receberá denúncias contra discriminação racial e religiosa pelo telefone 156, opção 7. O objetivo é incentivar as vítimas a registrarem as ocorrências e, com isso, ampliar o trabalho de enfrentamento ao crime.

Com a iniciativa, o DF se torna uma das poucas unidades da Federação a oferecer esse serviço, a exemplo do Rio de Janeiro e de São Paulo. “O racismo ocorre em todos os lugares. Na capital do país, que representa a diversidade brasileira, jamais poderemos admitir qualquer tipo de discriminação racial e intolerância religiosa”, afirmou o governador Agnelo Queiroz.

Sob a coordenação da Ouvidoria da Igualdade Racial, da Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial (Sepir-DF), o Disque Racismo protegerá os direitos da população negra, indígena, quilombola e cigana. “Queremos que mais pessoas denunciem e ampliem nossa base de dados para o aperfeiçoamento das políticas públicas do governo”, destacou o secretário Especial de Promoção da Igualdade Racial, Viridiano Custódio.

De acordo com os dados da pesquisa Perfil do Negro no DF, elaborada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal, 53,4% da população do DF se declara negra, parda, ou mulata. Essa parcela recebe em torno de 65% de renda a menos do que aquelas que se declaram branca ou amarela.

Denúncias - Em 2012, foram registrados 402 casos de injúria (quando há humilhação e são usadas palavras de ofensa) e sete de racismo (quando há o impedimento do uso de direitos previstos em lei).

O presidente do Conselho de Negras e Negros do DF e Entorno, José Antônio Ventura, acredita que o serviço é um avanço nas políticas públicas voltadas para essa parcela da sociedade. “Nós, população negra, somos oriundos de uma opressão em que não temos o direito à voz. Essa ação mostra um novo olhar do governo para que as denúncias sejam apuradas e que nós possamos ser ouvidos e reconhecidos pelo governo como maioria.”

Disque Racismo – O serviço é prestado de segunda a sexta feira, das 7 às 19, e aos sábados, domingos e feriados, das 8 às 18. O atendimento é feito por 30 telefonistas treinados para orientar a vítima, que deve registrar um boletim de ocorrência na delegacia mais próxima. A ocorrência será encaminhada automaticamente à Sepir. O órgão oferecerá, por meio de parceria com as defensorias públicas de todas as regiões administrativas, auxílio psicológico e jurídico com profissionais especializados.

Além disso, caso seja necessário, a vítima receberá auxílio em áreas como Saúde, Educação e Assistência Social. Para isso, foi criado um comitê que trabalhará com integrantes das secretarias de Saúde, Educação, Justiça e Direitos Humanos, Desenvolvimento Social e Transferência de Renda e Cultura.

4ª NOITE DA BELEZA NEGRA "O MAIS BELO, DOS BELOS"