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domingo, 28 de março de 2010

quinta-feira, 25 de março de 2010


   
BANDO DE TEATRO OLODUM

De Salvador/BA

no SESC Vila Mariana / SP

IMPERDÍVEL  !!!!


Cabaré da RRRRRaça
Dia(s) 09/04, 10/04, 11/04
Sexta e sábado, às 21h; domingo, às 18h.

Dirigido por Marcio Meirelles, o musical, criado em 1997, apresenta o ponto de vista de diversos personagens sobre o que é ser negro no Brasil, discutindo comportamento, religião, sexualidade, profissão, passando por discriminação e posturas políticas. Sua trilha sonora traz diversos estilos e suas coreografias foram criadas a partir das tradições afro e das danças populares contemporâneas. Ingressos à venda pelo sistema INGRESSOSESC, a partir de 01/04. Teatro.

Não recomendado para menores de 12 anos
R$ 16,00 [inteira]
R$ 8,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 4,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes


Ó pai ó
Dia(s) 16/04, 17/04, 18/04
Sexta e sábado, às 21h; domingo, às 18h.

Montado pela primeira vez em 1992, o espetáculo permanece atual pela síntese que faz do modo de ser e sobreviver dos moradores e freqüentadores do histórico bairro do Pelourinho. O nome deriva da expressão popular das ruas de Salvador, uma corruptela de 'Olhe para isso, olhe'. A realidade do Pelourinho Antigo é apresentada através de personagens que dividem o ambiente de um pequeno cortiço, tendo que enfrentar a intolerância de Dona Joana, a religiosa proprietária. Ingressos à venda pelo sistema INGRESSOSESC, a partir de 01/04. Teatro.

Não recomendado para menores de 12 anos
R$ 16,00 [inteira]
R$ 8,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 4,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
19 mar (6 dias atrás)

  
Áfricas
Dia(s) 17/04, 18/04
Sábado, às 15h30; domingo, às 11h.

Repleto de músicas, cores e danças, o espetáculo infanto-juvenil traz à cena o continente africano, através da sua história, seu povo, seus mitos e religiosidade. Entre os contos selecionados pela diretora, Chica Carelli e elenco, está o da Criação do Mundo, que narra a aventura de Oxalá, enviado por Olorum para criar os recursos da terra e o homem, obra mais difícil. Ingressos à venda pelo sistema INGRESSOSESC, a partir de 01/04. Teatro.

Livre para todos os públicos
R$ 12,00 [inteira]
R$ 6,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 3,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
19 mar (6 dias atrás)

   

terça-feira, 23 de março de 2010







CULTNE

http://www.cultne.com.br


Lançamento do Projeto Cultne

Você conhece o maior Acervo Digital da Cultura Negra Brasileira? O Site do CULTNE ajuda a narrar a verdadeira história do negro no Brasil, através de registros notórios em vídeo, ao longo de décadas, com ricos conteúdos sociais, culturais, musicais, políticos e esportivos.




MOSTRAS, DEBATES E CONFRATERNIZAÇÃO

Para celebrar este importante marco, serão 05 dias de eventos no Rio de Janeiro, com exibições de vídeos, documentários, debates e uma grande festa de confraternização. Venha participar!


23/03, TERÇA-FEIRA, 19h


CINEMA ODEON (Praça Mahatma Gandhi, nº 2, Cinelândia)

Sessão - Das lutas Populares a Antropologia Visual: A Importância da História Afro-Brasileira

Vídeos: A Marcha e a Farsa / Making of Centenário da Abolição / Ed Motta na Renascença Clube: Festa Cor da Pele / As Divas Negras no Cinema Brasileiro

Palestrantes: Antônio Pitanga, Antônio Pilar, Carmem Luz, Ras Adauto e Yedo Ferreira.Mediadora: Angélica Basthi




24/03, QUARTA-FEIRA, 15h e 18h30



CINEMA NOSSO (Rua do Resende, nº 80, Lapa)

Sessão - O Racismo ao Extremo: O Apartheid e a África do Sul

Vídeos: 15h - A Frente Negra Brasileira / Marcha de Zumbi | 18h30 - Kali Sana Jihad / Mandela no Sambódromo / Desmond Tutu na ABI / Manifestação contra África do Sul

Palestrantes: Zulu Araújo, Luiz Carlos Gá, Amauri Silva, Carlos Alberto MedeirosMediador: Ras Adauto




25/03, QUINTA-FEIRA, 15h e 18h30



CINEMA NOSSO (Rua do Resende, nº 80, Lapa)

Sessão - A Presença da Mulher Negra no Cinema

Vídeos:15h - Eu tenho Coragem de Andar como Lampião / Compilacão Noite da Beleza Negra / I Encontro Nacional da Mulher Negra | 18h30 - Magrácia, Negra Mulher / Mulher Negra TV / Compilação da Beleza Negra

Palestrantes: Léa Garcia, Shirley Cruz / Iléa FerrazMediador: Vik Birkbeck




26/03, SEXTA-FEIRA, 15h e 18h30


CINEMA NOSSO (Rua do Resende, nº 80, Lapa)

Sessão - Atrás das Câmeras: falam os técnicos

Vídeos: 15h - Vamos Tirar as Crianças da Rua Correndo / Aquário | 18h30 - O Diamante Negro / Making of: Centenário da Abolição / Making of: Michael Jackson com Oloduma

Palestrantes: Edinho da Pesada, David Obadia, Delanir Cerqueira e Zezzynho AndraddyMediador: Filó Filho




27/03, SÁBADO, 21h59


ESTRELA DA LAPA (Av. Mem de Sá, nº 69, Lapa)




domingo, 21 de março de 2010



OS CRESPOS Apresentam:
ENSAIO SOBRE CAROLINA



Chega ao Rio de Janeiro a peça “Ensaio sobre Carolina”, da Cia. Teatral Os Crespos. O texto aborda questões como fome, miséria, preconceito e relações raciais, criado a partir do “Quarto de Despejo”, da escritora negra Carolina Maria de Jesus.



A Cia. Teatral Os Crespos surgiu, em 2.005, nas dependências da mais tradicional escola de interpretação, a Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP), em atividade desde 1948. Era um grupo de alunos-atores negros dentro de uma instituição com modelo elitista e desconectada da realidade étnico-racial do país.


A montagem, sob a direção de José Fernando de Azevedo – especialmente convidado pelo grupo -, utiliza a dança, o canto e o corpo como linguagem. A Cia surgiu na EAD (Escola de Arte Dramática da USP), numa turma de alunos onde cinco integrantes eram negros. Houve uma organização desses alunos, que tinham em comum a vontade de discutir a sua formação e como foco estudar a história do negro nas artes cênicas no  Brasil, numa instituição em que essa discussão não existia.O elenco é todo formando por negr@s desde o diretor até o iluminador
O Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus, pareceu um bom ponto de partida para trazer à cena questões que, na história, são apresentadas através da fala de uma negra favelada: o olhar e o discurso da catadora de papel sobre sua realidade e o convívio na sociedade brasileira. Para o grupo, Ensaio Sobre Carolina “é o discurso de atores negros sobre os vestígios dos dias na vida das Carolinas na cidade”.


Serviço :
Temporada: 6 de março  à 25 de abril

Local Espaço 1 Teatro do Anônimo- Fundição Progresso


Rua dos Arcos, 24 -Lapa
Informações 2524-0930 /2240-2478
Sábados às 20h Domingo às 19h
Valor : R$ 10,00
Elenco – Cia. Teatral Os Crespos (Gal Quaresma, Lucélia Sérgio, Mawusi Tulani, Sidney Santiago e Tairone Porto)





    

sábado, 20 de março de 2010



Massacre de Sharpeville
     

No dia 21 de Março de 1960, ocorreu na cidade de Sharpeville, na província de Gauteng, na África do Sul, um protesto, realizado pelo Congresso Pan-Africano (PAC). O protesto pregava contra a Lei do Passe, que obrigava os negros da África do Sul a usarem uma caderneta onde estava escrito onde eles podiam ir.

Cerca de cinco mil manifestantes reuniram-se em Sharpeville, uma cidade negranos arredores de Johannesburg, e marcharam calmamente, num protesto pacífico. A polícia sul-africana conteve o protesto com rajadas de metralhadora. Morreram 69 pessoas, e cerca de 180 ficaram feridas.

Após esse dia, a opinião pública mundial focou sua atenção pela primeira vez na questão do apartheid. No dia 21 de Novembro de 1969, a ONU implementou o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, que passou a ser comemorado todo dia 21 de Março, a partir do ano seguinte.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

     




Mostra: Clássicos Africanos
29 de março a 9 de abril de 2010


O CINUSP “Paulo Emílio”, em parceria com a Embaixada da França e sua cinemateca, apresenta filmes africanos restaurados pela Cinémathèqueafrique.

Não existem muitas chances de vermos filmes africanos no circuito comercial, ou mesmo cultural, devido a falta de interesse constante dos pólos culturais que tendem a apagar da História o diálogo com todo um continente. O acesso às imagens da África sempre se deu através de cineastas europeus que retornavam à Europa com latas de filme cheias de impressão, que, apesar de extrema importância estética e histórica, como a obra de Jean Rouch, por exemplo, ainda eram impressões estrangeiras.

O que a mostra Clássicos africanos busca é justamente resgatar esse traço mínimo do que foi negado aos olhares dos cineastas africanos, da visão de mundo destes que estavam imersos na cultura de seus povos. Sempre será uma tarefa insuficiente contar a história africana através do cinema, mas antes de mais nada, é melhor começá-la !


Boas sessões!
Rafael Nantes e Daniel Ifange




África sobre o Sena (Afrique sur Seine)
Exibição em DVD  - França/Senegal, 1957, pb, 21’

Direção: Paulin Vieyra e Mamadou Sarr
Elenco: Marpessa Dawn, M. Bathily, A. M. Baye, C. Clairval
Primeiro filme produzido pelo Groupe Africain du Cinéma, capta as angústias de uma geração de artistas e estudantes africanos à procura de sua civilização, sua cultura e seu futuro. O curta introduz personagens e temas que serão explorados futuramente pelos realizadores africanos. Além disso, é também o primeiro filme a retratar a comunidade africana na França. 

Carta camponesa (Lettre paysanne)
Exibição em DVD   -  França/Senegal, 1975, pb, 98’    - Direção: Safi Faye
Primeiro filme africano, dirigido por uma mulher, a ser distribuído comercialmente e a alcançar reconhecimento internacional. Misturando documentário e ficção, registra as dificuldades de um casal de jovens camponeses, moradores de um povoado no Senegal, que há dois tentam se casar. As poucas chuvas e a colheita escassa do amendoim impedem seus planos.Prêmio FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema – no Festival de Berlim de 1976.


Os combatentes africanos da Grande Guerra (Les combattants africains de la Grande Guerre)
Exibição em DVD   - França/Burquina Faso, 1983, pb, 82’
Direção: Laurrent Dussaux
A partir de raras imagens de arquivo, trechos de cinejornais rodados no Senegal e em Burkina Faso, e de testemunhos de ex-combatentes, o documentário recupera a história dos 200 mil soldados africanos que lutaram na Segunda Guerra. 


Os cowboys são negros (Les cowboys sont noirs) 
Exibição em DVD  - França, 1966, pb, 15’
Direção: Serge-Henri Moati
Os bastidores da gravação do primeiro western do cinema africano, O regresso de um aventureiro, dirigido pelo cineasta nigeriano Mustapha Alassane em 1966.


E não havia mais neve... (Et la neige n’etait plus…)
Exibição em DVD  - França/Senegal, 1965, pb, 22’

Direção: Ababacar Samb-Makharam
Elenco: Thomas Coulibaly, Ndeye Diarra, Merry Sane, Fatoumata Sankon, Modou Sene.
Jovem senegalês regressa da França e enfrenta diversos impasses ao chegar a seu país. Um retrato corajoso e bem-humorado da juventude africana. 


Fary, a jumenta (Fary, l’anesse)
Exibição em DVD  - França/Senegal, 1989, cor, 21’
Direção: Mansour Sora Wade
Camponês rico e solteiro decide se casar, mas exige que sua futura esposa seja perfeita. Conta com a ajuda de sua tia, responsável pela inspeção das candidatas. Certo dia, uma linda e misteriosa mulher chega à vila e o camponês se casa com ela. No entanto, notícias correm entre a comunidade anunciando que, na verdade, a bela logo irá se transformar num jumento.


Finzan
Exibição em DVD - França/Mali, 1989, cor, 107’
Direção: Cheick Oumar Sissoko
Elenco: Oumar Namory Keita, Bala Moussa, Diarrah Sanogo, Sadou Touré
Ao lado de sua sobrinha, mulher abandona a aldeia onde mora depois que seu marido morre. Neste filme, o diretor Cheick Oumar Sissoko confronta as tradições patriarcais, incluindo a polêmica questão da circuncisão feminina. 


Jom ou a história de um povo (Jom ou l'histoire d'un peuple)
Exibição em DVD - França/Senegal,1981, cor, 76’ 
Direção: Ababacar Samb-Makharam
Elenco: Oumar Seck, Amadou Lamine Camara, Abou Camara, Zator Sarr
Uma greve de operários estoura numa fábrica. Dois grupos envolvidos na revolta divergem quanto ao rumo político a ser tomado. A partir deste enredo, o filme apresenta a história de personagens que resistiram a diversos gêneros de opressão, entre eles, um líder africano que se recusou a obedecer os primeiros colonizadores. 


Paris é bonita (Paris c’est joli)
Exibição em DVD - França, 1974, cor, 23’ 
Direção: Inoussa Ousseini
Elenco: Jo Anouma, Charlotte French, Inoussa Ousseini
Jovem africano chega à França clandestinamente. Em 24 horas, ele será enganado e destituído de seus poucos bens.


Os príncipes negros de Saint-Germain-des-Prés (Les princes noirs de Saint-Germain- des-Prés)
Exibição em DVD - França/Senegal, 1975, cor, 16’
Direção: Ben Diogaye Beye
Elenco: Aziz Diop, Muriel Dovaz, Moussa Sarr, Aurélia Crawford
Nas esplanadas do bairro de Saint-Germain-des-Prés, em Paris, jovens negros, sem qualquer dinheiro no bolso, cortejam as moças brancas que procuram por “aventuras exóticas”. 


O Regresso de um aventureiro (Le retour d'un aventurier)
Exibição em DVD
Nigéria/França, 1966, cor, 34’
Direção: Mustapha Alassane
Elenco: Zalika Souley, Djingarey Maïga, Moussa Harouna, Ibrahim Yacouba
Primeiro western do cinema africano. Jovem nigeriano retorna de viagem aos Estados Unidos trazendo na bagagem trajes de cowboy. De imediato, seus amigos se identificam com as roupas e, então, um sangrento western tem início na savana africana.


Taafe Fanga, poder de saia (Taafe fanga, pouvoir de pagne)
Exibição em DVD
França/Alemanha/Mali, 1997, cor, 103’
Direção: Adama Drabo
Elenco: Fanta Berete, Dumu Berté, Yamadou Cissé, Fanta Coulibary
Num povoado africano, garota encontra uma máscara mística, símbolo de poder, por meio da qual as mulheres do lugar instauram uma nova ordem matriarcal, assumindo o antigo papel dos homens. 

Tabataba
Exibição em DVD - França/Madagascar, 1987, pb, 79’ 
Direção: Raymond Rajaonarivelo
Elenco: François Botozandry, Philippe Nahoun, Lucien Dakadissy, Soavelo
Em 1947, habitantes de uma aldeia na costa leste de Madagascar participam das revoltas contra a colonização francesa. 

APOIO: Cinefrance: Cinemateca da Embaixada da França
USP / Reitoria de Cultura e Extensão Universitária - PRCEU
CINUSP "PAULO EMÍLIO"
Rua do Anfiteatro, 181 - Colméia - Favo 37 (Administração) - (Favo 04 - sala de projeção)

Cidade Universitária - Sâo Paulo/SP   - 05508-900
Fones: 3091-3540/3152 - Fone/fax: 3091-3364
Entrada Franca - 100 lugares



   
Quintal Mineiro


sexta-feira, 19 de março de 2010



- ADIADO - 
Detalhes com Luciano/BlackNight (11)7216-9130




FALTAM POUQUISSIMOS DIAS !!!!
( novo flyer)




      

quarta-feira, 17 de março de 2010

   
Não deixe de assistir...


    

terça-feira, 16 de março de 2010




  
Prof. Uelinton Farias Alves 
convida para o Lançamento


José do Patrocínio: 
a imorredoura cor do bronze
 296p., 14x21cm, ISBN: 978-85-7617-172-0, R$42,00
  
Nascido da relação de um padre com sua escrava de 14 anos, José do Patrocínio é protagonista de uma rica e complexa história de vida. Viveu os tempos da abolição da escravatura e do movimento republicano, da política aguerrida e da alta criação artística, de profundas mudanças sociais ao lado de grandes personagens da história do Brasil.

Entretanto, Patrocínio foi muito mais do que um militante abolicionista. Sua vida repleta de embates e reviravoltas é um testemunho do seu tempo. Tribuno, poeta, jornalista, romancista, empresário, político, dono de jornal e, sobretudo, homem de grande engenho. Com todos esses atributos, Patrocínio foi figura importantíssima de uma geração que levou o Brasil aos primeiros passos da modernidade.

Destemido, batalhador e idealista convicto, participou ativamente da modernização de nossa imprensa e mudou a face da sociedade escravista. Para a surpresa de muitos, ainda protagonizou a entrada do automobilismo no Brasil e fez crescer entre todos o sonho de voar, mais tarde concretizado por Santos Dumont.      

José do Patrocínio foi uma personalidade negra apaixonante que, mesmo depois de tantas décadas de seu falecimento, continua a empolgar pelo exemplo e lição de vida que nos legou.


O autor, que coleciona sucessivos prêmios (ABL, em 1991), Governo do Estado de Santa Catarina (em 1998), além da indicação como finalista ao Jabuti, redescobre a personalidade de José do Patrocínio, situando-o no seu tempo e espaço, não só como jornalista, mais como empreendedor, homens de ideias, escritor, empresário, político e poeta.